Voltando da Bahia cheguei a conclusão que uma mistura bem dosada de pai de santo, Freud e Santo Expedito cura tudo menos “pobreza de espírito”. Isso não tem jeito…
Tem gente que entra em igreja, terreiro ou Maracanã da mesma forma como se estivesse entrando em uma padaria, ou uma academia de ginástica. Essas pessoas não têm salvação.
Calamidade Natural
Dentre as coisas do mundo
Que sinto mais respeito
Escolho o barco que navega sozinho
Dentre as coisas do mundo
que mais sinto carinho
Escolho a chuva que desce calada
Dentre as coisas do mundo que mais sinto vontade
A silenciosidade… é a silenciosidade…
Da calamidade natural
Do vento que dobra o tronco
Das coisas que não tem jeito
Do tempo que não tem freio
da calamidade natural
Por Leonardo Ribeiro


É o mau da humanidade (“pobreza de espirito”) é um mal que alastra e infecta muitos. Parece que tudo perdeu o sentido a medida que os anos passam a descrença, a falta de esperança tomam conta de tudo e todos. É triste.
Adorei seu blog e desculpa pela demora estava ausente do meu blog.
Esse post me lembrou uma musica do Lenine muito legal: “Lá e cá”.
Qdo voltei de salvador, a última coisa que queria era um silêncio sozinho.. Tinha voltado bem. “Salva de algumas dores”. Podia até querer o silêncio… Um silêncio acompanhado. Pq dá para ser sozinho ao lado de alguém. Como dá para ser fundido ao outro mesmo aparentemente separado. Enfim.. O barco não navega sozinho.. Ele é composto de marujos que estãopor detrás do de seu navegar. Do contrário, cedo ou tarde, revira, quebra… a maré o devora.