Poesia de Final de Turno

12 08 2014

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O café esfriou,
o feijão queimou,
o pão passou,
a poesia secou.

A letra vulgar,
o poeta qualquer,
a miragem café,
o som queimou,

A batida solou,
a bola 7×1,
o míssel mil pra um,
a escola pelos ares.

O tratado tratou,
um tratante trator,
nas crianças palestinas
de Israel.

A água vulgar,
a seca qualquer,
São Paulo secou,
São Pedro qual é?

Um nome em vão,
um bonde que passou,
uma Santa Tereza que também,
Nas eleições que elegerão.

Mas o canalha sou eu,
um comuna que pariu,
sacanagem… puta… falta…
e o sol…

E o sol… nasceu.

por Leonardo Ribeiro

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